Será que somos tão diferentes dos animais de criação que comemos? Através de diversas perspectivas de filósofos e pesquisadores, e com o apoio de animações divertidas, uma série de experimentos filosóficos ganha vida.
Peter Singer, professor de ética na Universidade de Princeton, é considerado o pai filosófico do movimento moderno pelos direitos dos animais. Baseando-se na filosofia do utilitarismo — ou seja, a doutrina que vê a utilidade como a base do comportamento moral — ele explica de forma convincente por que devemos incluir os interesses e sentimentos dos animais em nossas considerações sobre o consumo de carne, assim como incluímos os de outras pessoas.
Mas o que os animais realmente sentem? Sara Hintze é pesquisadora de bem-estar animal na Universidade de Recursos Naturais e Ciências da Vida de Viena e estuda as emoções de animais de criação. As imagens comoventes de seu laboratório mostram leitões em fase de engorda exibindo comportamentos surpreendentemente semelhantes aos humanos em experimentos psicológicos.
Mas como sabemos que os animais sentem algo, mas as plantas não? O biólogo evolucionista Jon Mallatt aborda precisamente essa fronteira entre os mundos consciente e inconsciente. Ele leva o público a uma viagem de volta 500 milhões de anos e explica por que os animais foram os primeiros a desenvolver sentimentos.
Por fim, Dan Shahar, um dos poucos filósofos que defende eticamente o consumo de carne, oferece sua perspectiva. Embora critique as práticas da pecuária, ele nos desafia a considerar as exigências morais que devemos impor a nós mesmos.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=gpXiurShzOY
Em espanhol. Pode-se gerar tradução automática.
Fonte: DW Documental
