Amigos do Meio Ambiente e da Vida

O pálido ponto azul

Originalmente publicado em 18 de maio de 2022 

Amigas e amigos espíritas ecologistas! A noite de partilha mútua de conhecimentos do dia 10 de maio foi incrível. A contribuição de cada um aos estudos é profunda e rica, seja nas palavras, seja no silêncio da reflexão que o tema provoca.

Avançamos no estudo e no debate sobre a obra “Espiritismo e Ecologia”, de André Trigueiro (*).

Quer saber como foram os dois primeiros encontros do grupo de estudos? Acesse nosso blog para ler o resumo dos trabalhos. Dá tempo para entrar no time? Claro! Inscrições seguem abertas (link no final deste texto). O projeto Amigos do Meio Ambiente e da Vida estarão com você neste movimento de estudo, conscientização e, sobretudo, ação pelo bem de todos, pela conexão Espiritismo e Ecologia: nós, fauna, flora, natureza, a espiritualidade benfeitora e a ciência.

Depois da prece, falamos que representantes dos reinos da natureza estavam presentes na chegada do Cristo à Terra. André Luiz disse isso [1]:

“Desde a chegada do excelso Benfeitor ao planeta, observa-se-lhe o pensamento sublime penetrando o pensamento da Humanidade.
Dir-se-ia que no estábulo se reúnem pedras e arbustos, animais e criaturas humanas, representando os diversos reinos da evolução terrestre, para receber-lhe o primeiro toque mental de aprimoramento e beleza.”

Trigueiro menciona no livro, o jornalista Tetê Catalão e sua frase que inspira até hoje o movimento ambientalista:

“O meio ambiente começa no meio da gente.”

O noticiário não anda animador nestes tempos, mas sempre existirão acontecimentos positivos e boas notícias sobre a Ecologia. Apresentamos duas (poderiam ser mais, felizmente!). Uma, oriunda da nossa querida FEB – Federação Espírita Brasileira, vem aí o volume 2 do opúsculo… (link para o 1º opúsculo: [2])

…e outra proveniente de decisão importante na União Europeia [3]:

A cada noite de estudos, apresentamos uma sugestão de filme ou documentário ligado ao meio ambiente. A dica foi o filme “Solo Fértil” ou “Kiss the Ground”, produção conjunta de EUA, França, China, Uganda e Zimbabwe, de 2020. À disposição no Netflix, o filme trata sobre o uso sustentável do solo e sua importância para o planeta, inclusive para a atmosfera e a questão do aquecimento global, embora deixe a desejar, ao não fazer frente aos impactos ambientais, ético e morais da pecuária, que dizima nossos irmãos animais.

A ciência vem confirmando que tudo no Universo está conectado, desde os superaglomerados de galáxias da imensa teia cósmica, que possuem filamentos de gás ligando uns aos outros, passando pelas raízes das árvores que “dialogam” e se ajudam mutuamente, até as estruturas subatômicas.

Do capítulo “Construindo pontes de afinidade”, da obra do Trigueiro, destacamos a etimologia da palavra “afinidade”: do latim affinitate, “vizinhança”, significando sintonia, atração, simpatia e semelhança.

Podemos ter uma relação saudável com a Natureza, se não estarmos de fato afinizados com ela? Quando se trata do elemento água, encontramos exemplos de preservação e sintonia, como nos cristalinos rios de Bonito-MS…

…, mas infelizmente, ao mesmo tempo convivemos com o triste Córrego da Água Podre, em São Paulo, num claro exemplo de falta de afinidade e carinho com as águas:

O exemplo a ser seguido vem da colônia espiritual Nosso Lar, que administra as águas através de seu mais elevado ministério, o da União Divina, responsável pela conexão da cidade com as autoridades divinas de “Mais Alto”.

A água sustenta a vida, mata a sede e recebe fluidos espirituais tão importantes para a saúde, sendo objeto de estudo tanto da Ecologia, quanto do Espiritismo. Mais um ponto em comum entre estas ciências, que nos convoca à ação imediata de benevolência e preservação, como diz a ecologista Joanna de Ângelis [4]:

“Os exemplos nobres e de desprendimento de alguns podem estimulá-las a vir para o campo de ação, aumentando o número dos que laboram pelo bem e se interessam pela mudança do meio social, a fim de que o mundo se torne mais benévolo, o ar mais puro, as águas, florestas e animais sejam preservados no seu habitat, direito que lhes é outorgado pelo Supremo Criador.”

A caça esportiva (é mesmo um “esporte”?) é exemplo cruel da falta de consideração do ser humano em relação aos seus irmãos animais. Um dos mais lamentavelmente famosos casos é do leão Cecil. Sim! Ele tinha um nome, uma personalidade, sendo conhecido no Zimbabwe. Virou um “troféu” a mais na coleção dos equivocados irmãos caçadores. Imagem lamentável…

Quanta diferença entre a imagem acima e o paraíso idílico previsto por Isaías e registrado no Velho Testamento:

“Morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará; e o bezerro, e o leão novo e o animal cevado viverão juntos; e um menino pequeno os conduzirá”. Isaías, 11:6.

A doutrina espírita é clara como as águas de Nosso Lar, em relação à caça e suas caracterizações ético-morais:

“Que se deve pensar da destruição, quando ultrapassa os limites que as necessidades e a segurança traçam? Da caça, por exemplo, quando não objetiva senão o prazer de destruir sem utilidade?”

“Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades; enquanto o homem, dotado de livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Terá que prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede aos maus instintos.” [5]

Emmanuel vai fundo no tema, deixando evidente o caráter nada cristão da caça:

“O não matarás alcança o caçador que mata por divertimento e o carrasco que extermina por obrigação?”
“R: À medida que evolverdes no sentimento evangélico, compreendereis que todos os matadores se encontram em oposição ao texto sagrado.
No grau dos vossos conhecimentos atuais, entendeis que somente os assassinos que matam por perversidade estão contra a Lei divina. Quando avançardes mais no caminho, aperfeiçoando o aparelho social, não tolerareis o carrasco, e, quando estiverdes mais espiritualizados, enxergando nos animais os irmãos inferiores de vossa vida, a classe dos caçadores não terá razão de ser.” 
[6]

André Trigueiro apresenta o pensamento de dois cérebros privilegiados, a respeito da profundidade da ligação entre espiritualidade e ecologia, primeiro com Fritjof Capra:

“A percepção da ecologia profunda é percepção espiritual ou religiosa.”

E depois com Leonardo Boff:

“O espírito é fundamentalmente relação, interação e auto-organização em diferentes níveis de realização”.

A forma rasa ou indiferente com que tratamos da mãe Natureza revela nosso insano movimento de “jogar contra o próprio patrimônio”, de empilhar “gols contra” toda a expressão da vida. Assim, a conta chega até nós cada vez mais cara, como por exemplo, as ondas infernais de calor verificadas na Índia e Paquistão.

Construir pontes de afinidade e agir concretamente em defesa da Natureza e da vida que nos cerca, seja ela qual for e esteja onde estiver, significam atitudes que nascem nas mais simples situações, como uma singela ponte na Tanzânia…

… passando pelas mais complexas, como a Ponte Oresund, entre Dinamarca e Suécia…

… até atingir os níveis mais elevados de amor fraternal, algo celestial, como a ponte abaixo, que parece ser amparada pelas mãos de Deus (no Vietnam):

Para buscar a sintonia e afinidade entre todos os reinos da Natureza, é importante lembrar a muito pequena diferença genética entre homens e ratos, por exemplo, como afirma Trigueiro: temos 30 mil genes, apenas 300 a mais que nossos irmãos roedores. Significativo isto, não é?

“A afirmação espírita de que todos nós passamos pelos diferentes reinos da natureza em uma progressão contínua determina o aparecimento de uma nova ética em relação a todas as criaturas existentes”. – Trigueiro

Sendo assim, é fundamental que a humanidade abandone da ética antropocêntrica, onde vale tudo para satisfazer as necessidades do Homo sapiens, mesmo que isto represente degradação do meio ambiente e extermínio de bilhões, trilhões de vidas animais (se contarmos os irmãos peixes).

Ao longo da história, a filosofia se esforça em oferecer ferramentas éticas para reconexão com a Criação Divina, pelas mãos de um Plotino, filósofo da Grécia antiga. Ou de Albert Schweitzer e sua ética da vida. Ou ainda por Carlos Naconecy e sua ética das virtudes. Do seio da própria doutrina espírita brota uma ética animal e ambiental com forte assento na obra básica [7].

Da esquerda para direita: Plotino, Albert Schweitzer e Carlos Naconecy.

Seja qual for a estrutura ética que se construa, se não estiver alicerçada na ética do Cristo, mais cedo ou mais tarde, irá ruir.

DENTRO DE NÓS ESTÁ O PLANETA

Esta conclusão deveria mexer profundamente conosco, pois comprova nossa conexão com a mãe Terra e o respeito que devemos ter por cada elemento dentro de nossos corpos e fora deles, no meio ambiente.

“Somos feitos rigorosamente dos mesmos elementos que constituem o planeta.” – Trigueiro.

“Por um capricho divino, a proporção de água no planeta (70%) é a mesma com que esse elemento compõe o nosso corpo físico”. – Trigueiro. Apenas esta afirmação já é grande estímulo para tratarmos deste elemento precioso de forma sacralizada, usando-o com respeito e carinho, e devolvendo-o à Natureza melhor do que quando o retiramos de lá.

Sobre o elemento fogo, Trigueiro nos remete ao calor dos corações: “… somos animais de sangue quente graças ao trabalho ininterrupto de um poderoso músculo do tamanho de uma mão fechada, que irriga vida para todas as partes do corpo humano”. – Trigueiro.

O que a humanidade anda fazendo com a atmosfera, com os ventos, com o fundamental elemento gasoso da Terra. “O ar é o elemento mais urgente para a nossa existência. Na milenar tradição mística da Índia, o prana— ou força vital — é absorvido pela respiração”, afirma Trigueiro. Enquanto o ser humano e suas máquinas industriais jogarem detritos à atmosfera, como se houvesse outras sobressalentes, pagaremos graves contas por isso, comprometendo a nossa e às futuras gerações.

Kardec assina embaixo, juntamente com toda a equipe do Espírito de Verdade, na elaboração da obra básica, dizendo que:

“… ratifica este princípio comum ao dizer que “são os mesmos elementos constitutivos dos seres orgânicos e inorgânicos, que os sabemos a formar incessantemente, em dadas circunstâncias, as pedras, as plantas e os frutos” [8]

Trigueiro acerta no alvo quando diz que “o que vale para o corpo físico também vale para a substância que envolve o Espírito.”, numa alusão direta a um fato que foi muito comentado durante estes estudos: a conexão entre saúde física e emocional humana e a saúde ambiental. Como diz o próprio Trigueiro em suas palestras, “o que está fora, está dentro”.

Lembram da figura inicial aqui deste texto, mostrando a teia cósmica de galáxias e suas ligações? Vejam só o que diz o Trigueiro em seu livro:

“Esse fluido cósmico universal — matéria-prima de tudo o que existe — assume diferentes formas e texturas na exuberante rede de sistemas que se desdobram pelo universo. Somos todos, essencialmente, feitos da mesma coisa. A compreensão dessa realidade poderá determinar o aparecimento de uma nova ética existencial, na qual nos reconheçamos como parte do Todo, e não a razão pela qual o universo existe”. – Trigueiro

 ISSO DÁ O QUE PENSAR …

Carl Sagan, astrônomo, célebre também por esta conclusão feliz: “Somos feitos de poeira de estrelas”. Pesquisas comprovam: seres humanos e astros brilhantes possuem 97% do mesmo tipo de átomos. Podemos adicionar: todos os seres vivos possuem o pó das estrelas, sendo, portanto, todos dignos de viver a vida em paz. [9]

SENDO ASSIM…

Será que a agenda evolutiva da vida na Terra corre risco concreto de ser interrompida ou até mesmo destruída, por conta da insânia consumista humana? Trigueiro respondeu a isso em seu livro:

“Considerando a importância estratégica de todos esses elementos para nossas vidas, é forçoso reconhecer que sem água potável, terra fértil, ar respirável e incidência adequada de luz e calor NOSSO projeto evolutivo encontra-se ameaçado”.

O projeto evolutivo de civilizações antigas inteiras foi pelo ralo, por conta do colapso ambiental e a consequente destruição dos recursos necessários à manutenção da vida. Em outras palavras, total desconsideração pela sustentabilidade. Mas o que significa esta palavra tão em voga?

Fala Trigueiro! “Os ecologistas costumam usar a palavra sustentável como adjetivo que define um sistema em equilíbrio. É sustentável todo sistema que respeita seus limites, sua CAPACIDADE DE SUPORTE ou, ainda, sua biocapacidade”

E por falar em colapso, o grupo debateu sobre a obra de Jared Diamond, chamada “Colapso – como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso”, onde descreve com detalhes os motivos da queda de alguns povos, como por exemplo, os moradores da distante ilha de Páscoa, que em nome de algo semelhante à vaidade, construíram sem parar os famosos muais, para isso, dizimando florestas, secando rios, ficando sem madeira para fazer barcos e pescar (seu principal alimento) e assim sucumbindo lamentavelmente como civilização.

A humanidade e seus órgãos multilaterais se mexeram em nome da sustentabilidade perdida. Citamos a conferência de Estocolmo, que alertou para que hoje cuidemos dos recursos que serão usados por gerações futuras. Mencionamos a Rio 92, onde mais de 10 mil delegados de 180 países estiveram presentes, assinando a Convenção do Clima, da Biodiversidade, a famosa Agenda 21 e a Carta da Terra, considerado como um dos melhores “raios-X” da situação ambiental planetária.

BUSCAR A SUSTENTABILIDADE, DE FORMA CRISTÃ, RESPEITANDO TODA A VIDA NA TERRA.

Este é um dos objetivos do grupo de estudos do Inst. Espírita Amigo Germano: buscar mais conhecimento, para então irradiar ações de sustentabilidade e conexão amorosa para com todos os elementos da Criação Divina, pois todos são dignos merecedores de paz e condições para avançar na senda evolutiva, como nós.

Em outras palavras, é preciso discutir e estudar o assunto, mas sem ações… isto nos lembra a passagem bíblica: “fé sem obras…”. Trigueiro destaca isso, dizendo que:

“…a maior sensibilidade para com os problemas ambientais ocorre numa velocidade muito superior às ações concretas que deveriam estar acontecendo em favor da sustentabilidade. Estamos falando de mudanças estruturais, que envolvem valores, hábitos, comportamentos, padrões de consumo, enfim, transformações culturais que não se resolvem por decretos, leis ou medidas provisórias”.

Ele prossegue falando mais…

“Quando se percebe o universo como uma rede de fenômenos interligados e interdependentes que interagem o tempo inteiro, é evidente que isso significa uma pequena revolução em nosso entendimento das coisas, nossa ética, nossa maneira de explicar o mundo e a nós mesmos. Essa ruptura, que para muitos pode significar um avanço, para outros pode representar uma ameaça”.

É tempo de revolução. Pacífica, amorosa, como ensinou o Cristo, mas também enérgica, como Ele o soube ser.

Nossa psicóloga ecologista Joanna de Ângelis adverte que esta necessária revolução de costumes em prol da Natureza, deve atingir até mesmo o espaço em volta do planeta. A asa intelectual e tecnológica humana se fortalece cada vez mais, no sentido de enviar missões ao espaço, porém, a asa ética está fraquinha, pois mesmo com tanto avanço, estamos deixando um rastro de dezenas de milhares de resíduos a flutuar acima da atmosfera da Terra. [10]

PORQUE O TÍTULO DE HOJE É “O PÁLIDO PONTO AZUL”?

A resposta para a questão passa pela rede de interdependências que permeia o Universo, como diz Kardec:

“… nebulosas reagem sobre as nebulosas, os sistemas reagem sobre os sistemas, como os planetas reagem sobre os planetas, como os elementos de cada planeta reagem uns sobre os outros e assim sucessivamente até o átomo”. [11]

Nosso pálido grão de poeira cósmica azul, a Terra, corre grave risco de colapso, se não entendermos esta ideia de dependência mútua entre todas as criaturas e o meio ambiente.

QUEREM UMA IDEIA DE NOSSA FRAGILIDADE CÓSMICA?

As sondas Voyager I e II foram lançadas na década de 1970 com a missão de cruzar todo o Sistema Solar, rumo ao espaço interestelar. Hoje, as sondas estão a centenas de bilhões de quilômetros da Terra, quase nos limites do Sistema Solar. No caminho, uma das sondas registrou a foto de nossa casa planetária:

Foto da Terra, aparecendo entre os anéis de Saturno.

Grão de pó cósmico em perfeito equilíbrio, graças à ação do Cristo e seus liderados, que construíram esta casa planetária em condições perfeitas para ser o palco da vida.

É urgente que façamos o que estiver ao alcance, pelo reequilíbrio deste frágil e pálido ponto azul.

Até nosso próximo encontro!

Bibliografia e demais fontes citadas:

Link para inscrições no grupo de estudos: https://ieamigogermano.com.br/index.php/amigos-do-meio-ambiente-e-da-vida/inscricao-grupo-de-estudos-do-amav/

[1] XAVIER, F. C.; VIEIRA, W.; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Mecanismos da Mediunidade. Capítulo 26 “Jesus e mediunidade”, item “Divina mediunidade”, pp. 161.

[2] Link 1º opúsculo da FEB, parceria com MOVE: https://www.febnet.org.br/portal/2021/05/18/opusculo-em-defesa-da-vida-animal-violencia-nao/

[3] Link: https://www.publico.pt/2022/04/26/azul/noticia/novo-roteiro-ue-vai-proibir-milhares-substancias-quimicas-ate-2030-2003804

[4] FRANCO, Divaldo. Joanna de Ângelis (Espírito). Garimpo de Amor.

[5] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 735.

[6] XAVIER, Chico. O Consolador. Questão 62.

[7] MOVE: artigos sobre Ética Animal Espírita e seus referenciais doutrinários: www.eticaanimalespirita.org

[8] KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo X, item XV.

[9] Link: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/01/agora-e-oficial-somos-mesmo-feitos-de-poeira-de-estrela.html

[10] FRANCO, Divaldo. Joanna de Ângelis (Espírito). Psicologia da Gratidão. Pág. 75.

[11] KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XVIII, item VIII.

(*) Capítulos estudados hoje, do livro do Trigueiro:

Construindo pontes de afinidade; O Planeta está dentro de nós; Em busca da sustentabilidade.

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